5 Razões para cantar hinos antigos

No final do ano passado, fui convidado para ser parte do blog Cante as Escrituras, um site dedicado a contribuir para o louvor e a música bíblica e fiel às Escrituras. Com a correria do meu casamento (no final de novembro) e a confusão de final de ano, só agora consegui escrever meu primeiro texto, que foi publicado na semana passada. Abordei um assunto muito querido para mim: hinos antigos e a necessidade de resgatarmos o nosso rico legado musical! Segue abaixo um trecho do texto e o link para o post no Cante as Escrituras.

5-razões-para-cantar-hinos-antigos

Antes de entrar no assunto, devo assumir desde já o meu “pré-conceito”. Tenho uma predileção assumida e quase que absoluta por hinos antigos. Não sou contra corinhos e canções contemporâneas, mas há algo dos hinos que parece falar mais ao meu coração que as composições atuais. Desde já quero deixar claro que o que escrevo não é uma exortação, muito menos algo que deva ser tomado como regra. Quero apenas ressaltar composições que não recebem o devido valor, pois uma devida atenção aos hinos “antigos” é necessária e traz tremenda riqueza e benefício não só para o canto congregacional como para a vida devocional de cada cristão. Aqui estão cinco razões pelas quais devemos cantar e valorizar os antigos hinos da Igreja:

  1. Os hinos, em sua maioria quase absoluta, têm um conteúdo superior às composições contemporâneas

Essa afirmação não é uma avaliação doutrinária ou uma crítica às tendências e ênfases de cada época, muito menos uma tentativa de menosprezar a produção musical contemporânea. Há várias ótimas composições atuais que merecem ser incluídas no nosso louvor. Porém, podemos rapidamente observar e constatar que, em geral, hinos têm um conteúdo superior ao que se produz hoje. A razão disso é muito simples, e ela nada tem a ver com a qualidade dos compositores de séculos atrás. Infelizmente, hoje se produz muita heresia em forma de cântico. Isso quer dizer que não havia heresias ao longo da história? Sempre houve! Aliás, muitas heresias atuais nada mais são que velhos desvios requentados. A razão de quase não encontrarmos hinos fracos em teologia é que, ao longo do tempo, eles foram esquecidos pela Igreja. Não tenho dúvidas de que alguém no interior da Inglaterra ou Alemanha, por exemplo, compôs algum equivalente ao nosso “dá vontade de pular” ou “minha vitória vai ter sabor de mel”. A questão é que, com o tempo, somente as músicas de conteúdo forte permaneceram. Os hinos que conhecemos hoje sobreviveram ao teste do tempo e, consequentemente, ficamos com o melhor do que foi produzido ao longo dos anos. Da mesma maneira, há algumas canções compostas recentemente que devem ser utilizadas por um bom tempo, pois merecem ser cantadas por seu conteúdo de qualidade!

Para ler o restante do texto, clique no seguinte link: 5 Razões para cantar hinos antigos

 

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